quinta-feira, 22 de março de 2012

Coisas de Botafogo

Aviso desde já que este post afronta as normas de uma boa redação.

No fim-de-semana compartilhei no facebook este vídeo com o comentário: inspiração para o clássico. Meu amigo Bernardo respondeu: deus queira que não, como bom bacalhau.

Sem nenhuma relação com este fato (meu post e o comentário do Bê), eis que uma estrelinha lá no céu iluminou meu time (em especial o Fellype Gabriel) e saímos com uma bela vitória.

Pula para o meio da semana: me preparando para um prova um tanto complicada, acompanho pelo twitter os comentários dos amigos sobre o jogo contra o Treze. Começamos mal, melhoramos, relaxamos, o goleiro adversário fez milagre, substituições, o gol não sai. Penalties.
LinkFui dormir.

Acordo e confiro: passamos. Ufa.

Mas o que não consigo entender (além da quantidade e diversidade de letras no Fellype Gabriel) é a dificuldade pela qual precisamos passar para vencer jogos que poderiam ser simples. Não desmerecendo o adversário, mas pelo que vi no primeiro jogo e li nesse, faltou objetividade, faltou qualidade, faltou vontade... enfim, não podemos depender de lampejos. Segundo o técnico e muitos jogadores, hoje o Botafogo é coletivismo levado ao extremo, um por todos e todos por um. Na prática, nem sempre isso acontece. E quando uns não vão bem, o todo vai mal.

Acredito nessa filosofia e nesse esquema de jogo, mas precisa de ajustes, afinal o desempenho do grupo depende de desempenhos individuais de qualidade.

Nenhum comentário:

Postar um comentário