terça-feira, 29 de novembro de 2011

A vida como ela é

Não é perder pro seu maior freguês, ver o jogador mais admirado pela torcida desperdiçar um penalty de maneira $%(*&¨%$#@% (não sei qualificar), ser alvo de chacota pelos demais torcedores cariocas pelo desempenho vexaminoso na reta final do campeonato.

O pior de ver o Botafogo fazer esse papelão é ver o Botafogo fazer esse papelão. Explicando melhor, é a "entidade" Botafogo e toda sua torcida (composta em grande parte por pessoas maravilhosas)que é penalizada pelos erros daqueles que vestem sua camisa (apenas literalmente, vejam bem)e tomam decisões sobre seu futuro.

Perder o penalty, jogar de maneira displicente, escalar mal, contratar mal, etc... são erros individuais. Mas o prejuízo é coletivo. Esteja aquele profissional ou não no clube em 2012, o Botafogo sofrerá a consequência dos seus erros.

Há quem culpe a diretoria e gerência de futebol, os jogadores, o presidente e até a torcida pelo recente adesempenho (sim, pois o que vimos foi a falta do mesmo). Tenho acompanhado os argumentos e concordo com muita coisa, discordo de algumas teses, compreendo a maioria das opiniões, e temo algumas soluções propostas (principalmente a que ouvi outro dia na rua, envolvendo o uso de fuzis). Porém, nenhuma teoria permite voltar no tempo...

Na minha opinião, foram claros os erros dos jogadores e treinador(es). Faltou, porém, quem apontasse e corrigisse esses erros. Acho inadmissível um dirigente dizer que "nos perdemos em algum momento". Ele é que nesse "momento" teria que ter dado um jeito de resolver e colocar o time no caminho. Se o grupo fosse, de fato, fraco, estaríamos mal desde o começo do campeonato. Não foi o caso.

Me dá a impressão de que há coisas ocultas aí nessa reta final.

Enfim.......................................................................

Um comentário:

  1. Camilla, fiquei triste com a reta final de vocês. Queria os 4 cariocas na Libertadores, e ainda acredito nisso... mas acho que, pelo campeonato, vocês mereciam mais que esse fim meio trágico.

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