sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Uma derrota no ano

Talvez se não tivéssemos tido tantos empates, poderíamos estar no topo da tabela, mas o Timão levou essa no critério de desempate. A questão é que o Flamengo, aos trancos e barrancos - já que essa onda de bons resultados emplacou mesmo recentemente -, só foi derrotado uma vez esse ano sob o comando de Luxemburgo, e foi naquele jogo maldito contra o Ceará.

Ontem rolou o primeiro jogo pela Sul-Americana, aquele torneio meh, e, mesmo que eu não tenha conseguido ver a partida contra o Atlético-PR direito (link safado), não foi difícil perceber que foi uma disputa chata. Logo no primeiro tempo, amarrado que só, eu soltei um "o Ronaldinho resolvia isso fácil".

E de quem foi o gol? Pênalti? Ok. Dane-se. Foi gol do Ronaldinho.

Outro dia um chefe disse que futebol é uma combinação de um bom time com um tanto de sorte. Assim como ele, não me incomodo que meu time esteja com sorte, pelo contrário. É melhor uma penalidade providencial do que uma porcaria de um empate. Empates custam lá na frente quase tanto como derrotas em um campeonato de pontos corridos.

O que me chamou a atenção na escalação de ontem foi que finalmente Luxa botou o Geladeira pra jogar. Desde sua contratação, queria muito ver Gustavo em campo. Não que tenha visto, mas tive uma boa impressão quando li seu nome na lista. E David disse que eu teria gostado dele. "Melhor que Welinton".

Bom, mas aí também é fácil ser craque. Quando seu mérito é relativo e vem da comparação com um jogadorzinho medíocre como o nosso zagueiro estabanado, vou te contar que você poucas vezes vai sair mal no filme.

Só não vou perguntar por que o pofexô insiste no camisa 23 porque não posso entrar nesse mérito. Mas as más línguas já me convenceram e a explicação me irrita mais do que sua presença no gramado.

Domingo tem mais e agora só os 3 pontos me interessam. Comecei a acreditar nesse título. Só depende de nós.

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