segunda-feira, 4 de abril de 2011

Nossa dependência é de gols!

3 jogos pra comentar, e nem parece que do mesmo time. O primeiro deles: o segundo clássico seguido que o Gigante teve que encarar no Carioca. Não foi tão feliz como o anterior, mas também não foi apático. O Vasco jogou melhor que o Flu, teve mais oportunidades e criou mais. Só que, como já sabemos, temos um problema inacreditável no mundo do futebol: a má pontaria. Afinal, time que não faz gol, não levanta caneco. E isso a imensa torcida bem feliz sabe bem.

Depois veio o jogo de 4a à noite, aquele que nos faz jantar tarde. Copa do Brasil, competição que adoro. E, claro, esperava no mínimo que meu clube não tivesse que fazer um segundo jogo contra o ABC. Não quero aumentar a polêmica que rolou no twitter sobre a popularidade do rival, mas convenhamos: o ABC é o tipo de adversário que esperávamos matar no primeiro jogo. E agora temos o de volta, e um nó na garganta de não ter a certeza da classificação. O time nem se reconhecia em campo e não foi só pela ausência de Felipe. Assunto que fica pro final.

Aí veio mais um jogo do carioca. Meu primeiro comentário é: só mesmo a Globo pra colocar o Júnior pra comentar o jogo. O cara foi completamente parcial, e mesmo o Vasco ganhando por 3X0 ele insistia que o jogo não estava garantido e que o adversário podia surpreender. Parece que os jogadores escutaram e fizeram o quarto gol, com gostinho especial. O Vasco jogou muito bem, dominou o jogo, e não foi só pela vantagem de um jogador a mais em campo. Foi porque o Gigante se encontrou, o time joga como coletivo... e porque lá estava ele, Felipe. Olha, deu um gostinho daquele Felipe do final da década de 90, viu? Jogando muito, embalando o time, e como não podia deixar de ser, marcando um golaço pra mostrar que é completo.

Pra torcida a alegria foi completa: abrimos o placar com o xodó Dedé (que TEM QUE FICAR na Colina); depois foi o meu queridinho, Éder Luís; Alecsandro, novo na casa, também fez o seu. Todos esses com passes de Felipe. Que, pra fechar com glória, também marcou.

Não acho que um time inteiro dependa de um só jogador, nem gosto de pensar nisso. Claro que ele faz a diferença, como todos os outros, se não fosse assim, não estariam no time, certo? Acho que Felipe merece todos os méritos. Mas concordo com Ricardo Gomes, que não quer falar de dependência. E nem o próprio Felipe quer.

De todas formas, fica o recado: 4X0 significa vitória tranquila, ok? Mesmo que o time em campo seja o seu grande rival...

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