quinta-feira, 17 de março de 2011

Sem freio

O jogo contra o Fortaleza pela Copa do Brasil teve um bom placar, que pouco representou a qualidade do jogo. É interessante ver como o Fla entrega mas não empolga. Pelo menos não com consistência.

O time resolve quando pode contar com um homem no ataque, como Wanderley ou Diego Maurício, aproveitando as boas jogadas de Thiago Neves e até Ronaldinho, que hoje ficou bem apagadinho. Seu melhor momento rendeu um gol de DM.

Na verdade, pra mim, o maior presente de R10 pro Mengão é a energia muito mais leve e positiva que o grupo demonstra a cada comemoração de gol. 

Só que nem tudo são flores, especialmente no futebol. A conversa do dia era sobre Adriano, o Imperador encosto. Apesar da declaração de que sua contratação estava fora de cogitação, a óbvia necessidade por um atacante leva o clube a considerar estampar novamente as páginas menos favorecidas das publicações jornalísticas. 

Parece que o Flamengo estaria disposto a dispensar o técnico caso ele batesse de frente com o (ex?)atleta. 

Nuvenzinha negra rondando a Gávea? Eu não vejo espaço pros eternos problemas psicológicos de Adriano, nem acho que aturar aquilo tudo de novo valha um gol aqui ou outro lá. Ele quase nunca treina e ainda inventa desculpas pra justificar suas ausências, nunca foi confiável e isso só piorou com o tempo. Tudo é motivo pra depressão.

Não deveria estar em campo, mas fazendo tratamento em algum lugar.

A melhor frase sobre o assunto foi proferida por Telmo Zanini, que disse não haver possibilidade de contrato de risco com o jogador, já que ele não é risco, é certeza.

Preferia que promovessem um dos pirralhos da base pra construir o time, já que querem me fazer acreditar que o grupo é um projeto cujos frutos reais só deverão ser colhidos bem pra frente.

Enquanto isso, cabe lembrar que o Fla continua invicto, o que me faz pensar que Luxa deve ter cruzado com o capeta em alguma mesa de pôquer. 

Tem que ver isso aí, hein?

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