segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Um clássico além das piadas

Esse foi um final de semana offline. Isso mesmo, fora dessa minha intensa vida virtual. E sem TV. Mas como assim sem TV e sem internet em final de semana de UFC e Flamengo e Vasco? Oi? Eu sei, gente, mas tem coisas mais importantes nessa vida, e uma delas se chama David, e nós fomos passar dois diazinhos descansando. 

Ok que a gente estava voltando pra casa assim que começou o jogo e, graças ao bom Deus da internet, David tem conexão no iPhone e botamos no tempo real do Lance (o do Globoesporte deve ser pesado demais, não carregava de jeito nenhum!) e nós fomos acompanhando um pedaço do jogo por ali e o resto pelo Twitter.

Dada a situação do Vasco, achava obrigação do Flamengo levar esse jogo, mas todos conhecemos a mania cretina que o Fla tem de ressucitar os mortos em qualquer campeonato de que participe (é muita filantropia, minha gente), então vai saber... 

Outra coisa a se considerar era que o time estava, obviamente, determinado a derrubar PC Gusmão, aquele cara chato que não deixava o Carlos Alberto dormir até tarde depois de suas baladas, onde já se viu. Uma vez derrubado, nem tinha mais desculpa pro Vasco continuar de palhaçada, né? Juro que temi que o grupo brotasse com um futebol incrível do nada, mas aí Dinamite acabou com a farofa de dois engraçadinhos e afastou CA e Felipe (implicância eterna). Já desequilibrava...

Não dá pra analisar como foi o jogo pelo tempo real, vá, mas senti que o Flamengo dominou o primeiro tempo e depois subiu no salto. Gente, não existe isso de adversário fácil demais. Trata como se fosse tranquilo, no problem, pra você ver se os caras não se emputecem e decidem esfregar a sua cara na sua soberba. E aí o Vasco entrou naquela de revidar. Tanto que descolou um gol e jogou por terra meu sonho premonitório de que chegaria em casa com um 5x0 (mals, Livia...).

Mas mesmo sem ter assistido o jogo, não dá pra não falar do gol do Thiago Neves. O que foi aquilo, minha gente? O que foi aquele gol? O rapaz matou no peito e encobriu Fernando Prass, que não é qualquer goleiro, só pra finalizar de coxa. De co-xa! Aquilo foi gol pra ver, rever, ver de novo e babar todas as vezes. E o lançamento do Renato, perfeito. Sério, jogada linda, impecável, pra aplaudir de pé. 

Aí eu posso dizer que, embora tenha perdido aquele momento aimeudeusseráqueelevaifazeraimeudeuselefezelefezelefezégooooooooooooooooooooooooooooool!!!, eu pude ver com calma na tela do computador. Perde o humpf, mas você gasta o teclado pra ver o replay. É lindo, né?

E daqui a pouco estreia ele, Ronaldinho, e parece que Luxa está com planinhos interessantes para o esquema tático do Fla, vamos ver como fica isso. 

Posso falar que estou ansiosa? Porque, olha... 

Abre parêntese: Chegou a camisa sensacional "Eu não reconheço a CBF" para o namorado que justifica um final de semana offline e ela é linda! E você, amigo flamenguista, já comprou a sua? Mas tá esperando o que? Bora, Nação! =D Fecha parêntese.

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