segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Vou falar o que?

Meu time fez o favor de perder pra um que estava brigando pra não ficar na zona do rebaixamento. Estava aproveitando a companhia do meu namorado em SP e corremos pra casa pra assistir ao jogo, mas a lombra pós-almoço em cantina italiana falou mais alto. Achei um lugar bem confortável em seu ombro e dormi. Dormi o jogo inteiro.

Por mais que eu ame futebol, e ame ainda mais o Flamengo, não dá. Houvesse a mínima promessa de que o jogo pudesse ser emocionante, teria lutado mais contra a ressaca do nhoque.

Angelim disse que a zaga do Flamengo está tão bem, que está até motivando o ataque. Juro que acho bonitinho esse jeitinho Poliana de ver a vida, sabe? Essa coisa meio abestadinha de quem não quer deixar os outros saberem que o barco está afundando, pra não criar pânico.

Ok, pode ser exagero da minha parte, mas estou ficando sem paciência. Não acho a zaga forte, embora ache que o Marcelo Lomba está fazendo um bom trabalho guardando a meta do time. Mesmo com os zagueiros furados.

Mal o jogo acabou, mandei um comentário que David disse que era muito profundo (certeza que ele estava me sacaneando, mas tanto faz). O Flamengo é um time que a superstição ataca. Não vence o Atlético Paranaense na Arena da Baixada, então é isso mesmo, não vamos vencer.

Mas a resposta do David adiciona à má fase do time. "Se a superstição ataca, dá a camisa 9 pra ela, porque o Val Baiano não está jogando nada."

Continuo confiando no Zico, vou tentar pensar a longo prazo, mas já deu de Rogério Lourenço.

Bjo, não me liga.

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