quarta-feira, 23 de junho de 2010

Uma dúvida

E se todos os bons contratos para jogadores de fora da UE levam justamente para a Europa e isso é responsável por melhorar sua qualidade de jogo, fazendo com que se tornem atletas mais competitivos, qual é a salvação para os jogadores europeus, que só trafegam de país em país no continente e parecem estar cada vez mais sem graça?

Quem puder me explicar, ou tiver alguma teoria, agradeço.

5 comentários:

  1. bem, parece que em cada país há um perfil diferente. Ao passo que na Alemanha os nativos tendem a ser valorizados e ficar por ali, a Inter de Milão papou títulos com um ou nenhum italiano entre os titulares. A Espanha já parecer ter um mix... acho que o resultado disso está se vendo nessa copa. Valorizar os jogadores locais nos campeonatos regionais me parece uma boa estratégia para fortalecer as seleções. Só não tente convencer os donos de clube...

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  2. Aliás, essas importações milionárias de jogadores para a Europa não trouxe nada de bom para as seleções do velho continente. Né?

    Aliás tópico para futuras posts são as cifras envolvidas em transações de jogadores. Há que valorizar, mas acho que estamos chegando em níveis de nos perguntarmos se não tem uso melhor pra essa grana toda... fora as consequencias, etc...

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  3. Os clubes pensam em si próprios. Responsabilidade de pensar na seleção nacional é da confederação.

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  4. a questão aqui não são atribuições, e sim, uma análise do atual momento do futebol europeu, compreendendo mudanças entre os países. Me parece que a salvação dos jogadores pode estar em modelos europeus. E, claro, observando o atual fenômeno as confederações podem sim modificar as regras do jogo, como restrições a contratatações de estrangeiros a X porcentos.

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  5. Vou concordar com a Milla, que fez uma análise interessante (por mais que rapdinha) da questão. A Itália mostrou um futebol bem fraco, o resultado foi a eliminação. E os timões italianos realmente vivem de comprar jogadores de fora, mesmo que sejam provenientes da Europa, não tendem a ser italianos. O capitão da Azzurra mesmo, uma vez melhor do mundo, foi um tremendo fracasso em campo nesse mundial. A Alemanha, que guarda os talentos em casa, começou bem pra cacete e depois deu um vexaminho, mas passou. A Espanha não mostrou tanta fúria quanto se esperava, mas vai que o carro é lento, só demora pra esquentar o motor? O lance é que os brasileiros, africanos, asiáticos e afins que vão jogar na Europa conseguem adicionar a seu futebol arte um tanto de disciplina e organização que não teriam em casa. Sem falar na estabilidade financeira, seja pelos contratos milionários que a Milla mencionou (e isso em plena crise econômica mundial, hein??), ou pela própria estrutura dos clubes. Enfim. O que acontece é que times latinos estão com tudo, os asiáticos e africanos estão surpreendendo como times bem menos fracos do que se esperaria dos azarões e os europeus... Bom... Podemos sempre pedir a opinião da França. Ou da Itália.

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